segunda-feira, 25 de abril de 2011


Eu gosto tanto de você
Que até prefiro esconder
Deixo assim ficar
Subentendido
Como uma idéia que existe na cabeça
E não tem a menor obrigação de acontecer

Se amanhã não for nada disso
Caberá só a mim esquecer
E eu vou sobreviver...
O que eu ganho, o que eu perco
Ninguém precisa saber...

Um comentário:

Maria José Rezende de Lacerda disse...

Olá amiga. Estive ausente durante a Semana Santa. Agora de volta, após a Páscoa, desejo-lhe renovação constante com muitas bênçãos em sua vida. Lindíssimo poema, como sempre. Beijos.