quarta-feira, 3 de novembro de 2010


Negues que me deseja
Pode negar...
Mas estou em teus sonhos
nos teus olhos e entranhas
Sou eu que te dou prazer
que te encho de Beijos
que satisfaço
teus mais secretos Desejos
Negues
Mas sei que Sou
teu carma, teu vicio
teu pouso suave
Sou, sua menina
tua música... tua loucura
Tuas noites e madrugadas
Sou tua estrela guia
Tua Secreta PAIXÃO

Súplica


Agora que o silêncio é um mar sem ondas,
E que nele posso navegar sem rumo,
Não respondas
Às urgentes perguntas
Que te fiz.
Deixa-me ser feliz
Assim,
Já tão longe de ti como de mim.

Perde-se a vida a desejá-la tanto.
Só soubemos sofrer, enquanto
O nosso amor
Durou.
Mas o tempo passou,
Há calmaria...
Não perturbes a paz que me foi dada.
Ouvir de novo a tua voz seria
Matar a sede com água salgada.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010


Nosso amor nasceu de um olhar
Cresceu com um beijo
Se fortaleceu com nossas brigas
Sobreviveu a todas as crises
E so estamos juntos poque nosso amor è verdadeiro!
Por isso hoje sei que nao sei viver sem voce!
Sem teu jeito, teu sorriso
Sei que nao te amar è impossivel!


Fácil é abraçar, apertar as mãos, beijar de olhos fechados.
Difícil é sentir a energia que é transmitida.
Aquela que toma conta do corpo como uma corrente elétrica quando tocamos a pessoa certa.


Um espaço... um tempo... uma saudade...

Ergo uma rosa, e tudo se ilumina
Como a lua não faz nem o sol pode:
Cobra de luz ardente e enroscada
Ou ventos de cabelos que sacode.

Ergo uma rosa, e grito a quantas aves
O céu pontua de ninhos e de cantos,
Bato no chão a ordem que decide
A união dos demos e dos santos.

Ergo uma rosa, um corpo e um destino
Contra o frio da noite que se atreve,
E da seiva da rosa e do meu sangue
Construo perenidade em vida breve

Ergo uma rosa, e deixo, e abandono
Quanto me dói de mágoas e assombros
Ergo uma rosa, sim, e ouço a vida
Neste cantar das aves nos meus ombros.


quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Quero Sim


Eu tô com saudade
Da nossa amizade
Do tempo em que a gente
Amava se ver
Eu não sou palavra
Eu não sou poema
Sou humana pequena
A se arrepender
às vezes sou dia
às vezes sou nada
Hoje lágrima caida
Choro pela madrugada
às vezes sou fada
às vezes faisca
tô ligada na tomada
Numa noite mal dormida

Se o teu amor for frágil e não resistir
E essa magoa então ficar eternamente aqui
tô de volta a imensidão de um mar
Que é feito de silêncio
Se os teus olhos não refletem mais o nosso amor
E a saudade me seguir pra sempre aonde eu for
Fica claro que tentei lutar por esse sentimento

Diga sim ouça o som
Prove o sabor que tem o meu amor
Cola em mim a tua cor
Eu te quero sim sem dor
Diga sim ouça o som
Prove o sabor que tem o meu amor
Cola em mim a tua cor
Eu te quero sim sem dor

às vezes sou dia
às vezes sou nada
Hoje lágrima caida
Choro pela madrugada
às vezes sou fada
às vezes faisca
tou ligada na tomada
Numa noite mal dormida