quarta-feira, 6 de janeiro de 2016


O que há no abraço?
Há cansaço, carência, desamor.
Há alegria, transferência de calor.
Há emoção no encontro de corações.
Ah, o abraço!
Abraço, mais que um abraço.
É um amor em forma de canção.
Cabe dentro de um abraço.


Depois da merda feita, a gente entende que
não vale a pena comer apressado, falar tudo
que pensa, sofrer pelo imaginário, perder tempo
com os problemas sem pensar em resolvê-los,
alimentar a saudade sem dar um basta naquilo
que não volta mais. Depois de um tempo, a gente
entende que só entende as coisas tempos depois.

Que a gente não permita que o desânimo e a desesperança 
façam moradia contante na alma, pois não devemos esquecer,
somos instantes. Que todos os obstáculos sirvam de alicerces 
de (re)construção para todo e qualquer coração e que a vida 
por si só, seja nossa maior oração.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016


É que hoje acordei com desejo de levezas. 
Que as pessoas que passarem por mim 
possam trazer somente amor, as pequenas 
esperanças e a felicidade simples e sincera.
Que o amar seja simplesmente respeitar o
outro sem querer pressioná-lo, julgá-lo ou
criticá-lo. Que as pessoas que cheguem no
meu dia sejam plumas, dias de sol, flores de
primavera. E que as energias do bem invadam
meu corpo para que os negativos se afastem.
Que o dia seja de alegrias...

Só o silêncio pode conter a sabedoria quando 
a vida está em risco. Nos primeiros 30 segundos
de tensão cometemos os maiores erros de nossas
vidas, ferimos quem mais amamos. Por isso, o
silêncio é a oração dos sábios.

Tenho um carinho de graça por certas pessoas.
Nunca precisei de uma explicação para gostar
delas e acho que, mesmo que procurar, não
vão achar. Elas me fazem feliz apenas por 
estarem ao meu lado, por serem quem são.

Saudade é a ausência gritante do foi ou era pra ser.
É um momento interrompido, um nó sem desate.
Quem sente, sabe: Não tem hora e nem endereço.
Saudade é urgência infinita...