terça-feira, 3 de março de 2015


A vida nos faz tomar decisões complicadas, 
às vezes temos que decidir entre o que 
queremos e o que é melhor para nós, 
algumas vezes erramos nas decisões, mais
sempre tiramos uma lição, e a cada fracasso, 
a vida nos ensina algo que necessitamos aprender.

Depois?
Depois o café esfria, depois a prioridade muda,
depois o encanto se perde, depois o cedo fica tarde,
depois a saudade passa... Depois tanta coisa muda...
Não deixe nada pra depois porque na espera do
depois, você pode perder os melhores momentos,
as melhores experiências, e os melhores e e mais
sinceros sentimentos.
O que revela nossa força não é sermos imbatíveis,
incansáveis, invulneráveis. É a coragem de avançar,
ainda que com medo. É a intenção de não desistirmos
de nós mesmos, por maior que às vezes seja a tentação.
São os gestos de gentileza e ternura que somente os
fortes conseguem ter.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015


Intimidade é quando a vida da gente 
relaxa diante de outra vida e respira macio.
Não há porque se defender de coisa alguma
nem porque se esforçar para o que quer que seja.
O coração pode espalhar os seus brinquedos.
Cantar a música que cada instante compõe.
Bordar cada encontro com as linhas  do seu próprio novelo.
Contar as paisagens que vê enquanto cria o caminho.
Andar descalço, sem medo  de ferir os pés.

A alma transborda em alegria quando passo a perceber
que há pessoas que mesmo distantes tem o prazer de 
perfumar a alma da gente...
Meu Deus, quão gratificante é saber que elas existem!

Para os bons amigos sempre há um abraço apertado,
um sorriso sincero, uma história pra contar, e um
cantinho para se aninhar quando a saudade chegar.


Há pessoas que nos fazem voar,
A gente se encontra com elas
e leva um bruta susto.
Primeiro, porque o vento começa
a soprar dentro da gente,
e lá, de cantos escondidos de nossas montanhas
e florestas internas, aves selvagens
começam a bater asas,
e a gente não sabia
que tais entidades mágicas
moravam dentro de nós,
e elas nos surprendem,
e nós nos descobrimos mais selvagnes,
mais bonitos, mais leves,
com uma vontade incrível
de subir até as alturas, saltando,
saltando de penhascos, 
pendurados numa asa-delta
(acho que o nome disso é fé...)